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ISABEL DE SOUSA PINTO

ISABEL DE SOUSA PINTO

 

Isabel de Sousa Pinto

 Nasceu em Lisboa em 1960

Origens vindas do Norte regem a sua maneira de estar na vida. O trabalho, a beleza, a simplicidade destas gentes fizeram de si “apenas uma discípula do povo”.

Com 12 anos ganha a primeira menção honrosa de pintura sob o título “10 de Junho – Dia de Camões” a nível nacional incluindo as províncias ultramarinas.

O primeiro emprego é numa empresa de decoração e pintura, onde é responsável pelo gabinete criativo. Aí mesmo desenvolveu o arranjo plástico de exposições na Intercasa, Intermoda, Intergráfica, Portex, entre outras.

Mais tarde vai para o Mosteiro dos Jerónimos, trabalhando como desenhadora arqueológica para o Dr. Cavaleiro Paixão do Instituto Português do Património Cultural.

Entretanto trabalha como secretária na Multinacional RTZ PILLAR BOULDING.

A vontade de criar e a paixão pela arte levaram-na a abandonar as suas outras actividades, dedicando-se inteiramente às telas e a criar o seu artesanato.

Sobre azul mourisco, decora com minúcia singular peças de cerâmica de onde se destacam as rendas e os motivos renascentistas. Nos óleos mostra uma procura constante do seu ideal; uma busca pela paz no mundo.

Está representada em várias colecções particulares nacionais e no estrangeiro.

Organizou a maior exposição de Pintura Russa em Portugal.

Dirigiu durante anos a Galeria de Arte do Pobral – Sintra,

-Galleria D`Art House,

-Galleria D`Art

-Galeria ArtHouse – Cascais

-Galeria Chiado D`Art

 

Direcção Artística

Resumo de exposições dos últimos 25 anos

Exposições de Pintura e Cerâmica

 - Arte Jovem C.M Sintra

- Sociedade Nacional de Belas Artes

- Diário de Noticias

- Instituto da Vinha e do Vinho

- Festival da Flor – Santarém

- Intercasa

- Fastint – Sintra

- Bienal de Arte de Viseu

- Câmara Municipal de Sintra

- Exposição de Arte – Belas

- Colectiva de Pintores da Escola Tradicional Russa “Boris Ychin”

- Nerart – Torres Novas

- Grande Mostra de Arte Dão/Lafões – Viseu

- C.D. Rom para o Património Mundial – Sintra

- Ipanema Park – Pintura – Ministério da Cultura

- Colectiva de Cerâmica Junta Freguesia de Carnide

- Fitares Shopping de Arte – Câmara de Municipal de Sintra

- Atlântico Golfe Hotel – Peniche

- Auditório do C.E.S.L Artistas e Escritores

- 1º Concurso de Pintura – Penalva do Castelo

- Palácio de Gelo, Viseu, Primavera

- Galeria da Praia das Maças – Câmara Municipal de Sintra

- Monsaraz “Museu Aberto”

- Fasint – Sintra

- Federação de Cultura Portuguesa – Porto

- Seminário “Identidade Nacional – Cultura Portuguesa” – Porto

- Brasil 2000 – A Descoberta – Porto

- Galeria Arte Sã

- Museu Soares dos Reis

- Fundação D. Luís I

- II Bienal de Cascais

- Hospital Garcia da Horta – Almada

- Sede – Caixa Geral de Depósitos

- Incrível Almadense

- Penalva do Castelo

- Lisboa – Finus Galeria

- 97/98 – Gondomar – Vila do Conde – Vila Nova de Famalicão – Moura – Elvas – Sintra – Porto – Monsaraz – Lisboa

- Casa da Cultura D. João V

- Expo 98 – Dia de Sintra

- Câmara Municipal de Gondomar

- Câmara Municipal de Vila do Conde

- Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

- Câmara Municipal de Moura

- Câmara Municipal de Elvas

- Câmara Municipal do Porto

- Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz

- Câmara Municipal de Viseu

- Câmara Municipal de Penalva do Castelo

- Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares

- Câmara Municipal da Lousã

- Câmara Municipal de Santarém

- Câmara Municipal de Mafra

- Câmara Municipal de Cascais

- Câmara Municipal de Coimbra

- Câmara Municipal de Lisboa

- Câmara Municipal de Sintra

- Ayuntamento de Salvatierra de los Bários – Espanha

- Centro Histórico de la Mancha – Espanha

- Centro Histórico de Vila Real

- Centro Histórico de Guimarães

- Galeria Art House – Cascais

- Galeria Vincent – Lisboa

- Centro de Arte Contemporânea Ispra – Milão – Itália

- Núcleo de Ciências e Tecnologia – Lisboa

- Galeria D`ArtHouse – Eu, e o meu Mestre/25 anos de carreira – Cascais

- Universitária Editora – 50 Anos de Arte em Portugal

- Galeria da Sé

- Galeria de Arte da Trindade – Lisboa

- Palácio Foz – Lisboa

- Galeria Aquárius – Guarda

- Gala do Jardim Botânico – Crianças sem Fronteiras

- Gala do Palácio Hotel (Estoril) Crianças sem Fronteiras

- Gala do Pavilhão de Portugal (Expo) Crianças sem Fronteiras

- Fundação R.W. Livro de Ouro da Arte contemporânea

- Chiado D`Art Galeria

- Castelo de Sesimbra – Câmara Municipal de Sesimbra

- Real Casino da Estremadura – Espanha

- Embaixada de Itália – Paolo Bigelli

- Embaixada Portuguesa em Itália – Marco Cecchi (Designer de Catarina Herrera e Rocco Barroco.

- Embaixada do Brasil – Jualine Fuganti e Marcelo Conrado (Discípulos de Oscar Niemeyer).

 

Críticas de Mestres e outros

O Mestre Joaquim Magalhães disse um dia a respeito da obra de  Isabel de Sousa Pinto

«É muito difícil definir a inspiração desta Artista que teima, em criar um mundo novo para o Homem velho, como se fosse anatomista capaz de esquartejar os dois, e, depois, faze-lo ressuscitar em novas incorporações de luz e sombra. Além de nos seus quadros não haver horizontes, os planos sucedem-se perfeitamente definidos de forma que os atentos o descobrem no aparente indefinido, que é genial definição. Os volumes que denunciam os corpos, as suas atitudes sem feições, os movimentos sem membros, as intenções sem gestos, confundem todos os surtos criadores do seu prodigioso talento, não é  fácil para quem não conhece o que significa a intenção de alcançar o que está para além do real, a força inventiva nas suas telas que, sem desmentir a realidade a dissimula na energia com que expressa a mensagem, a Arte é uma maior manifestação natural da sua alegria e liberdade de vida.»

 

Joaquim Magalhães (Mestre)

É no sonhar que se inventa o futuro.

Creio nisso. E só por isso me atrevo a falar de alguém com quem comunico através do sonho que não é só fantasia.

Normalmente os nossos dias são monótonos, feitos de vazio de cor, vazios de festa e por isso tão pouco preenchidos de esperança, terão que ser alterados para que possamos sonhar.

Sonhar com sóis novos, com dias novos, com vida nova, com gente capaz de renovar, criar e recriar tudo, (para) que mereça a pena ser (ter) vivido.

E é por aí que vai Isabel de Sousa Pinto, mulher flor, mulher rio, mulher cidade, mulher pintora, que pela sua forma muito própria de ser, de estar, quase magicamente através de traços que formam espaços, que se tingem de cores num jogo de claro-escuro, mistério feito de sombra e da alegria da luz, nos dá com toda a profundidade e seriedade como só pode ser o acto de criar.

 E Isabel de Sousa Pinto, mulher flor, mulher rio, mulher cidade e pintora também, fazedora de momentos únicos nos quadros que são o sonho do nosso futuro.  Futuro esse que seja já e agora.

Isabel de Sousa Pinto

Vários artistas, várias propostas, uma exposição

“Poucos são os que se podem gabar de manter, ao fim de 27 anos de carreira, um padrão de excelência com base no seguinte pressuposto: criar, surpreender e “transportar” para outro mundo, outro tempo, todo aquele que aprecia arte com a “fasquia” da qualidade e do rigor.

Ter a capacidade de, a cada olhar, nos revelar e nos fazer descobrir pormenores, histórias e segredos, num só quadro, o que já por si é difícil. Repito: …num só! …quanto mais em quadros seguidos, sendo estes tão poucos por ano! …Tantos são aqueles que facilmente sucumbem à tentação da mensagem imediata, seja ela abstracta ou figurativa Isabel de Sousa Pinto pelo contrário, presumivelmente figurativa, torna a mensagem abstracta em algo acessível para todo aquele que deseja lançar um segundo olhar sobre a sua obra.

De um misticismo a toda a prova, “transporta-nos” para uma dimensão nunca vivida! …ou talvez sim.

Mundos que reconhecemos, sem saber de onde.

Bíblicos, …ou talvez não…

A sombra dos seus dias ou a luz das suas noites são sem par. A paz, o amor ao próximo, …a melancolia são indispensáveis para a artista.

Seja tela ou madeira, seja pedra ou pastel, … o importante é a mensagem Histórica das suas obras.

Bem-haja, Isabel!

Jorge Manuel de Mello D`Argent

 

Na pintura de Isabel, a vida existe… O observador não observa, é observado; como que sugado pelas telas, atraído pela brisa intemporal que se mantém, levando-o ao reencontro da essência no seu ser.

Cenários ancestrais do subconsciente colectivo que nós reconhecemos e sentimos como nossos.

Histórias de dor, sofrimento e paixão.

Virgínia Albuquerque Otten


 

 

 

 

Algumas Obras 

"Homenagem II"

Óleo e ouro S/tela
80x60
 

 

"Divina Ordem"

Óleo S/tela

100x80

VER MAIS EM: 

http://cms.artistas-mac.webnode.com/products/isabel-de-sousa-pinto/